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ALUNOS SEM AGUA EM ESCOLA PÚBLICA DE JAGUARETAMA

BEBEDOURO QUEBRADO A MAIS DE 4 MESES
Os alunos da Escola EMEF Claudio Oliveira, localizada no bairro acampamento (Jaguaretama), reclamam da falta de água potável na escola devido o bebedouro está quebrado á mais de 4 meses. Segundo a diretora da unidade de ensino Ivandiza nos falou que desde quando ela assumiu a direção o problema já existia, perguntamos a ela se tem buscado uma resolução do problema com a secretária de educação do município e a prefeita, segundo ela as mesmas se comprometeram a resolver o problema.
Ivandiza nos falou ainda que por se tratar de uma época quente no ano, os alunos não aguentam ficar sem beber água, devido a isso ela se obriga a liberar os mesmo para tomarem água nas casas vizinhas a escola não basta a falta de água agora também a falta da merenda.

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União Jaguaretamense dos estudantes secundarista(UJES) Vão à Câmara Municipal de Jaguaretama.

Foto: A UJES(união Jaguatetamense dos estudantes secundaristas) Fez uso da tribuna livre hoje a tarde na sessão na câmara legislativa a onde.fomos levar a connhecimento alguns assuntos como o movimento estudantil, luta a UBES(união Brasileira dos estudantes secundaristas) Organização UBES-ACES- UJES e levar o assunto das carteirinha estudantil na.qual precisamos do apoio para ir ao ministério público para tratarmos do assunto.
Os estudantes secundaristas de Jaguaretama foram até a câmara Municipal nesta segunda feira para levar um pouco sobre os movimentos estudantis onde participarão da tribuna livre e falaram sobre seus projetos e utas, as lutas da União Brasileiras dos estudante Secundarista(Ubes)desde o petróleo é nosso, diretas já o fora Collor e agora aprovação do estatuto da juventude lei n° 12,852, também sobre a participação da UJES no congresso nacional do MLT(movimento de luta pela terra) na qual aconteceu em formosa-Go, Com os representantes Allisson Rodrigues, Helineto Rodrigues e Dielle Nogueira. Mais nosso Objetivo foi levar a casa o conhecimento da fundação da entidade, UJES(UNIÃO JAGUARETAMENSE DOS ESTUDANTES SECUNDARISTA) Na qual aconteceu no dia 10 de agosto com a presença de representantes da ACES(ASSOCIAÇÃO CEARENSE DOS ESTUDANTES SECUNDARISTA) e também entrega de 32 carterinhas que logo após foram emitidas mais. Fomos a casa para pedir o apoio para irmos até o ministério público solicitar uma audiência pois não adianta ter as carterinhas e os direitos que são garantido por lei federal e até municipal e agora com estatuto da juventude são garantido por  lei a MEIA-ENTRADA em eventos culturais, casas de show, cinema, diversão e lazer. Então os donos de casa de show do município não querem aceitar o uso da carterinha, essas carteirinhas é nacional válida em todo território nacional , são emitidas pela UBES e a ACES faz a emissão para os municípios quem em um breve contato entre a presidente da ACES e o tesoureiro consegui a emissão  antes mesmo da fundação da entidade.
Ujes conseguiu uma parceria com o proprietário do salão de beleza La' meche, conhecido como Barbosa Lemos na qual o estudante portador da carterinha tem 50% de desconto no corte de cabelo de segunda a quarta. 
 A UJES Além de levar para os estudantes um direto que já é seu, a carteirinha de estudante, a União Jaguaretamense dos Estudantes Secundaristas também tem como foco de atuação organizar e articular os grêmios do município, tornando- os protagonistas na luta por mudança, ESSA É A NOSSA PRIMEIRA LUTA.
" se o presente é de luta, o futuro nos pertence"
(Che Guevara)
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VALE DO JAGUARIBE Falta de professores causa protestos

Iguatu. Alunos da Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Iguatu (Fecli), unidade de ensino da Universidade Estadual do Ceará (Uece), estão mobilizados contra a falta de professores e de servidores administrativos da instituição. O reduzido quadro de funcionários deve se agravar a partir do próximo ano, ampliando assim o prejuízo para os universitários.

Alunos da Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Iguatu (Fecli) realizaram manifestação contra os prejuízos ocasionados pelo número limitado de docentes. Pedem a realização de concurso público na Uece FOTO: HONÓRIO BARBOSA

Inicialmente, os estudantes saíram em passeata na noite de sexta-feira passada e realizaram manifestação na Avenida Perimetral e depois no Parque de Exposições do Rotary Club de Iguatu. Os alunos aproveitaram milhares de pessoas que visitavam a 50ª Expoiguatu para chamar a atenção da população, das autoridades locais e do governo do Estado. Os universitários promoveram um ´apitaço´ que despertou a atenção do público.

No sábado, um grupo de alunos participou da mobilização do 19º Grito dos Excluídos. Os estudantes protestaram na Praça da Criança e depois seguiram em caminhada, conduzindo cartazes e faixas denunciando a falta de professores na instituição de ensino. Na manhã de ontem, voltaram a realizar novo protesto. Os alunos disseram que a falta de professores compromete o funcionamento dos cursos e pediram ao governador do Estado a realização de concurso para contratação de docentes efetivos. "Só temos um professor de Inglês, que foi transferido", disse o aluno do curso de Letras, Murilo Silva. "Um curso que era para terminar em quatro anos, prolonga-se por mais um ou dois anos".

O estudante do curso de Letras, José Maciel Torres, disse que, por enquanto, não há decisão em paralisar as aulas. "O nosso protesto tem por objetivo chamar a atenção da Reitoria e do governo do Estado para a situação crítica em que a instituição atravessa", frisou. "Se não houver decisões administrativas, vamos discutir uma possível paralisação". De acordo com a estudante, Liana Galdino, do curso de Licenciatura em Biologia, até dezembro próximo, termina o contrato de vários professores substitutos. "No próximo ano, a situação vai se agravar ainda mais", disse. "Por isso, reivindicamos a realização de concurso para professor efetivo e servidor administrativo", salientou.

Escassez
O diretor da Fecli, Ricardo Rodrigues da Silva, disse que a manifestação é uma iniciativa dos estudantes. "Eles resolveram fazer protesto, aproveitando a Expoiguatu e o Grito dos Excluídos para chamar a atenção da comunidade local e das autoridades", frisou. "A escassez de professores e de servidores é preocupante e de conhecimento da reitoria da Uece, mas que depende de decisão do governo do Estado a realização de concurso público".

Ricardo Rodrigues disse que desde o ano passado, quando assumiu a direção da Fecli, vem tentando resolver o problema. "Uma hora a situação iria ficar insustentável e isso está prestes a acontecer", observou. A Fecli não dispõe sequer de uma vigia. Há 30 anos, a instituição foi encampada pela Uece, depois de ter sido fundada pela Prefeitura de Iguatu. Durante todo esse tempo, a Uece não promoveu concurso ou disponibilizou vaga para a contratação de servidores administrativos.
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