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Falso jornalista de Jaguaretama ganha da secretaria de agricultura sem cumprir carga Horário de trabalho.

Em quanto todos os trabalhadores cumprem seus horários diariamente de sol a sol, o falso jornalista de jaguaretama mal coloca os pés no trabalho, e recebe final todo mês seu salário, sem nenhuma falta e com o aval do secretario de agricultura (Filadelfo Pinheiro) que faz vista grossa, talvez por medo de ser perseguido pelo o falso jornalista e bloqueiro de jaguaretama, Jose Valdizio Barreto.
O mesmo quer ser tão direito e recebe sem trabalhar, vive falando mal da vida dos outros, Essa denuncia foi recebida por nossa redação de um servidor da secretaria de desenvolvimento rural, empreendedorismo e apoio comunitário. Mas pediu pra não ser identificado por medo de represarias.
Depois de dois meses de investigação por nossa equipe do GN, comprovamos a denuncia, que na verdade esse servidor não passa de um fantasma “pois ele ganha sem trabalhar. Vive a passear com padrinhos políticos atrais de fofocas para perseguir as pessoas em um programa de radio que ele faz na cidade.
Quando o mesmo nesse horário deveria está cumprido sua carga Horária de serviço.
Por lei o senhor Valdizio Barreto é pra trabalhar 8 horas por dia, podendo dividir em dois turnos de 4 horas ou expediente corrido de 6 horas.
Mais o mesmo nunca cumpriu o horário mostrando o seu grau de negligencia ao trabalho,
Entramos em contato com o secretario de agricultura Filadelfo Pinheiro, e o mesmo nos passou que Valdizio Barreto vai sim ao trabalho, mais que não cumpre a carga horária  de trabalho, que é de 6 horas corrida, e que todo dia o mesmo sai meia hora antes de encerar o expediente.

Giro da Noticia 190

Carro limpa fossa: a mais de uma semana parado em Jaguaretama.

Fotos de caminhão limpa fossa São Paulo
Foto ilustrativa
Denuncia feita por moradores da cidade de Jaguaretama,reclama do carro que faz a limpeza das fossas do município, esta com mais de uma semana que não faz a coleta dos dejetos.
Com isso atraindo o mau cheiro e o aumento de proliferação de Insetos e a possibilidade de atrair doenças a sociedade. 
A dona de casa Maria das Graças, que mora próximo ao  matadouro público um dos locais mais afetado por esse problema.
Falou a equipe do GM, que esse caso não vem da gora, se arrasta  desde da gestão  passada, entra prefeito e sai prefeito ninguém faz nada.
Essa fossa aqui do matadouro é perigo a céu aberto vendo a hora de cair alguém dentro e se machucar.
Disse dona Maria das Graças.
Já Ubiratan Pinheiro disse: procurar  a secretaria de infra-estrutura não é uma boa alternativa já que ninguém diz o motivo do porque o carro está parado.
Giro da Noticia 190

Cidades estão há até 90 dias com estoque zerado de milho

A promessa de suprir a carência alimentar do rebanho não corresponde à realidade da falta do produto
Iguatu. Mais uma vez os produtores rurais no Estado reclamam contra a falta de milho do programa Venda Balcão por parte da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A oferta do grão é insuficiente para atender a demanda e em pelo menos dois armazéns da Companhia, no Interior, o estoque acabou há mais de 90 dias. Em outras unidades, está no fim e não dá para atender a necessidade dos criadores e pecuaristas.
A irregularidade e a reduzida pluviometria no sertão do Ceará trazem enormes dificuldades para os produtores rurais alimentarem o rebanho. Esse tem sido o quadro nos últimos três anos de seca que castiga o semiárido. Os criadores necessitam de forragem (capim e sorgo) e de grãos. A demanda por esses produtos aumenta entre julho e dezembro, quando a pastagem nativa fica escassa. Sem chuva no período, os produtores sofrem para manter o gado alimentado.
De acordo com o presidente da Federação da Agricultura do Estado do Ceará (Faec), Flávio Saboya, se não houver mudança, o produto faltará nos próximos meses. "Não tivemos milho no primeiro semestre, mas com um pouco de chuva deu para superar, mas agora a necessidade vai aumentar", observou. "O problema é que o governo federal deixou vencer a portaria ministerial, atrasou a compra do produto e o pior é que autorizou somente aquisição de 180 mil toneladas para o Nordeste. Essa é a necessidade do Ceará para o período", disse.
Flávio Saboya lembra que havia um acordo entre a Casa Civil da Presidência da República, o governo do Estado e a Faec para aquisição de 30 mil toneladas de milho por mês para o Ceará. "Estava ontem em Brasília e soube que para o Ceará serão destinadas 5 mil toneladas por mês, uma quantidade insuficiente. Precisamos nos mobilizar para mudar essa realidade", defendeu. "Os políticos precisam fazer pressão", recomendou.
Alternativa
A comercialização do milho por meio do programa Venda Balcão da Conab é uma das principais alternativas para os criadores adquirem o grão, que compõem a alimentação do rebanho, como fonte de proteína e energia, associado à forragem (capim ou volumoso). O preço é subsidiado. A saca de 60 quilos é vendida por R$ 23,10, bem abaixo do preço praticado no comércio, que é cerca de R$ 40,00.
A Portaria Interministerial mudou a regra no programa Venda Balcão. Antes, havia uma cota máxima de até 3 mil quilos para o setor da agricultura familiar e de até seis mil quilos para os pequenos e médios produtores rurais. A cota máxima agora é de três mil quilos para todos.
A Faec defende a volta da cota para 6 mil quilos e o aumento da saca de 60 kg do grão para R$ 28,00 para atender os pequenos criadores. "Essa é a nossa briga, abrir a Venda Balcão por um preço mais elevado, ampliar a cota e trazer mais milho para o Nordeste", afirmou. "Para o setor da agricultura familiar as regras permaneceriam".
O Diário do Nordeste entrou em contato com a superintendência da Conab no Ceará, anteontem, mas foi orientado a obter informações por meio da Assessoria de Imprensa em Brasília. As perguntas foram encaminhadas por endereço eletrônico, mas não foram respondidas até o fechamento desta edição.
Falta
A Conab dispõe de oito armazéns no Interior (Crateús, Icó, Iguatu, Juazeiro do Norte, Maracanaú, Russas, Senador Pompeu, Sobral) e de um posto avançado em Tauá. Nas unidades de Crateús e de Senador Pompeu o estoque está zerado. Na maioria, houve falta do produto desde o mês de março passado. Em Maracanaú, por exemplo, o grão está estocado, mas passa por processo de classificação e somente vai ser vendido a partir de agosto próximo.
"Não adianta ter um preço bom, se não tem o milho", reclamou o agricultor Francisco Timóteo de Souza, do município de Crateús. "Isso é um absurdo". A reclamação é geral e atinge a ampla maioria dos municípios do Ceará. "Infelizmente é um problema recorrente que vem se arrastando nos últimos três anos", lembrou o vereador Aliromar Pereira, da cidade de Crateús, na região Centro-Sul do Ceará, que em 2013 passou mais de nove meses sem o produto.
No armazém de Crateús, o estoque está zerado desde a primeira quinzena de junho passado. Neste ano veio reduzida remessa e o estoque foi acabando. Em Icó, o estoque atual está em 200 toneladas, quase no fim. Para atender a demanda da região, precisa de 2 mil toneladas por mês. Na unidade de Juazeiro do Norte não havia milho desde o mês de março passado, mas agora chegou uma remessa.
Em Maracanaú há bastante milho estocado, mas o produto ficou em falta durante três meses. Está em processo de classificação e a partir de agosto próximo começa a ser vendido. Em Russas, o milho já chegou e atualmente atende produtores de Limoeiro do Norte.
Em Senador Pompeu, o armazém está sem estoque há um mês. A expectativa é que em agosto próximo cheguem duas mil toneladas. Em Sobral, houve escassez do produto desde março. Chegou uma nova remessa que já está acabando e atualmente atende os criadores de Forquilha, Coreaú e Moraújo.
Em Iguatu, há estoque reduzido de cerca de mil toneladas e o calendário de atendimento recomeçou ontem com os criadores de Jucás e depois será a vez de Quixelô. Há previsão de chegada de 2 mil toneladas ainda em agosto. O estoque atual deve ainda atender Cedro, Catarina, Acopiara e Saboeiro, além de intercalar com Iguatu.

Mortandade de peixes causa prejuízo médio de R$ 300 mil no Açude Orós


Os produtores trabalharam nos últimos três dias na retirada do pescado morto, que foi enterrado em valas próximas ao reservatório Orós. Nas localidades de Jurema e de Pereiro dos Pedros, na Bacia do Açude Orós, na região Centro-Sul do Ceará, a mortandade de tilápias atingiu cerca de três mil gaiolas, deixando prejuízo para mais de 100 famílias. Os produtores trabalharam nos últimos três dias na retirada do pescado morto, que foi enterrado em valas próximas ao reservatório. A Associação Comunitária de Jurema ainda não tem um balanço do prejuízo financeiro e nem da quantidade de pescado morto, mas estima-se em torno de R$ 300 mil.
O prejuízo somente não foi maior porque 80% dos peixes foram comercializados durante a Semana Santa e somente estavam nos tanques-redes os pescados abaixo de 400 gramas, com quatro meses de vida.
A mortandade foi generalizada na localidade de Pereiro dos Pedros e cerca de 90% em Jurema. "Morreu todo o pescado do nosso grupo de produção", disse o piscicultor, Fausto Lima. "Essa é a segunda vez que ocorre, trazendo prejuízo para as famílias".
O produtor Luciano Rodrigues Braz trabalhou por dois dias seguidos na retirada do pescado morto, em meio ao mau cheiro. "Temos de enfrentar o prejuízo e fazer a retirada do pescado", lamentou. Alguns operários foram contratados pelos piscicultores para o serviço de condução do peixe apodrecido até as valas, por meio de carro de mão. Essa não é a primeira vez que o fenômeno ocorre. Nos últimos quatro anos tem se repetido com maior ou menor incidência nos meses de junho e julho, quando se verifica o fenômeno da inversão térmica e aumento dos índices de poluição, retirando o oxigênio da água.
Os piscicultores parecem acostumados e não adotam as medidas técnicas sugeridas: evitar alimentar o pescado, reduzir a quantidade por gaiolas, e retirar o peixe quando há sinais de que o fenômeno vai se verificar. Um deles é a mudança de coloração da água para verde escuro. A morte ocorre rapidamente, da noite para a manhã. Nos últimos quatro dias, houve queda de temperatura e incidência de ventos fortes. O Açude Orós recebe dejetos e esgotos da região.
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Feriado do Dia do Trabalho começa com chuva em mais de 60 cidades no Ceará

Chuva InteriorO feriado do Dia do Trabalho começou com chuva em pelo menos 65 cidades cearenses, de acordo com a Fundação Cearense de Metereologia e Recursos Hídricos (Funceme).
A aproximação de um ramo da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), mais uma vez, provocou as precipitações, que devem seguir de forma isolada no Centro-Norte do Estado durante o feriado.
A maior chuva das últimas 24 horas foi registrada em Beberibe, litoral leste, com 73 mm. Pindoretama, cidade próxima, também apareceu no relatório com 71 mm.
Em Fortaleza, uma pequena precipitação, de 17 mm, durante a madrugada, provocou alguns transtornos. Na avenida José Bastos, parte do asfalto cedeu e um carro foi engolido. 
Confira a lista das maiores chuvas do dia:
1-Beberibe (Posto: Lagoa Funda) : 73.0 mm
2-Pindoretama (Posto: Pindoretama) : 71.0 mm
3-Aratuba (Posto: Aratuba) : 69.0 mm
4-Maranguape (Posto: Tanques) : 58.0 mm
5-Maracanaú (Posto: Maracanaú) : 51.0 mm
6-Caucaia (Posto: Tucunduba) : 49.0 mm
7-Itaitinga (Posto: Itaitinga) : 49.0 mm
8-Pacatuba (Posto: Escola Prof Luíza Teodoro) : 46.4 mm
9-Aquiraz (Posto: Berra Bode) : 46.0 mm
10-Tabuleiro Do Norte (Posto: Tabuleiro Do Norte) : 45.0 mm
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GOVERNANÇA COOPERATIVA Cidades formalizam consórcio para enfrentamento das secas

Image-0-Artigo-1589645-1Crateús. Com a assinatura do convênio com os gestores dos 30 municípios participantes, será formalizado, hoje, o Consórcio de Governança Cooperativa para Políticas Públicas de Convivência e Desenvolvimento dos Municípios do Semiárido Cearense. A reunião, que fortalecerá a iniciativa, acontecerá, a partir das 9h, na sede da Vice Governadoria do Ceará, em Fortaleza.
A proposta do evento é proporcionar a assinatura dos termos de adesão e instalar o Consórcio, através da promoção de debates específicos sobre as linhas de atuação da iniciativa e da troca de experiências e opiniões sobre as ações que devem ser priorizadas. As secas sucessivas centralizam as discussões.
A ideia de criação do Consórcio de Governança partiu da necessidade de viabilizar a inserção do ser humano como centro de convergência e os recursos hídricos como fio condutor dos seus objetivos e finalidades. O resultado concreto deverá ser a construção de reservatórios, poços profundos, além de investimento na agricultura familiar e no meio rural, em consonância com as políticas públicas.
O Consórcio tratará das especificidades sociais, econômicas e ambientais do semiárido cearense de forma holística, focada no planejamento, na articulação, ação, na cooperação técnica e científica. Abrangerá municípios, situados nos Sertões de Crateús, dos Inhamuns e Sertão Central, além do município de Acopiara, no Centro Sul.
Desafios
A ideia inovadora e pioneira trata da convivência e não apenas da sobrevivência da população do semiárido. O Consórcio irá trabalhar as questões e consequências climáticas de forma preventiva, com uma equipe técnica para realizar estudos e compor o perfil de cada município participante. Já ocorreram duas reuniões e a ideia partiu de um primeiro encontro, já neste ano, do vice-governador Domingos Filho com alguns prefeitos dessas regiões, que discutiram possíveis iniciativas para convivência com o semiárido e as dificuldades de administrar esses municípios, dadas as especificidades climáticas, como as sucessivas secas.
O segundo encontro, realizado já com o apoio da Associação dos Prefeitos do Ceará (Aprece), contou com a presença do presidente interino da entidade, Expedito Nascimento, prefeito de Piquet Carneiro e mais 12 gestores, que deram sim à iniciativa e indicaram a prefeita de Tauá, Patrícia Aguiar, como a primeira presidente do Consórcio.
Acopiara, Ararendá, Ipaporanga, Novo Oriente, Choró, Ibaretama, Ipaporanga, Monsenhor Tabosa, Quixadá, Quixeramobim, Deputado. Irapuan Pinheiro, Mombaça, Piquet Carneiro, Quiterianópolis, Senador Pompeu, Solonópole, Tamboril e Tauá foram os municípios que já aderiram. Hoje, são esperados que mais 17 municípios venham a compor o Consórcio.
"Compreendemos a proposta como uma necessidade desses municípios, entendendo que a ideia de consórcio é o caminho para os gestores administrarem os desafios de seus municípios", ressalta Nascimento.
De acordo com ele, o objetivo é que os municípios consorciados se planejem para enfrentar as situações pertinentes ao semiárido. A primeira sede do Consórcio será em Tauá e mudará a cada dois anos. Uma equipe com técnicos de várias áreas, especialmente de recursos hídricos será formada e fará estudos hídricos e geológicos de todos os municípios envolvidos, a fim de montar um perfil com as características, localização e especificidades de cada cidade.
Diretoria
Uma diretoria apoiará a presidência na condução das ações do Consórcio, composta pelos seguintes prefeitos: de Quixeramobim, Cirilo Pimenta, que assumirá a Diretoria de Infraestrutura Hídrica; de Piquet Carneiro, Expedito José do Nascimento, na Articulação Institucional; José Ramiro Júnior, de Tamboril, a de Educação Contextualizada e Meio Ambiente; Francisco Vilmar Felix Martins, de Fomento e Produção; Aristeu Alves Eduardo, a de Desenvolvimento Tecnológico e Científico; e a de Mobilização Comunitária, com a prefeita de Ibaretama, Eliria Maria Freitas.
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Diário do Nordeste  

JAGUARETAMA É CONTEMPLADA COM CAMINHÃO-PIPA DO PROGRAMA PAC 2

A Prefeita de Jaguaretama, Ila Pinheiro, participou nesta segunda-feira (23), da solenidade de entrega de 24 caminhões-pipa e 30 caminhões-caçamba provenientes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) que juntamente com o Governo do Estado, contemplou cerca de 54 municípios, sendo que Jaguaretama ficou contemplada com um caminhão pipa que foi  entregue à Prefeita Ila Pinheiro e ao Secretário de Articulação Política Ari Saldanha. Na oportunidade também foram entregues equipamentos e projetos que irão beneficiar diretamente o produtor rural.
Juntos, Governos do Estado e Federal investiram mais de R$ 13 milhões na aquisição das máquinas, beneficiando 64.121 agricultores familiares. Serão 24 municípios contemplados com caminhões-pipa, são eles: Alto Santo, Aracoiaba, Araripe, Aratuba, Baturité, Bela Cruz, Brejo Santo, Cariré, Choró, Croatá, Cruz, Deputado Irapuan Pinheiro, Ipu, JaguaretamaLavras da Mangabeira, Madalena, Massapê, Milhã, Monsenhor Tabosa, Paraipaba, Santana do Cariri, Tabuleiro do Norte e Tarrafas.
Cerca de 30 municípios serão atendidos com caminhões-caçamba: Acarape, Antonina do Norte, Carnaubal, Catunda Chaval, Forquilha, Frecheirinha, Groaíras, Icapuí, Ipaporanga, Iracema, Irauçuba, Itaiçaba, Jaguaribara, Marco, Meruoca, Milagres, Miraíma, Moraújo, Pacujá, Palhano, Paracuru, Pindoretama, Porteiras, Quixeré, São João do Jaguaribe, São Luis do Curu, Tejuçuoca, Tururu e Umari.

Projetos Produtivos
Ainda durante a solenidade, serão beneficiadas associações de agricultores familiares de diversos municípios do Ceará com projetos produtivos como Mandalas, Casas de Farinha, Bio fábricas de composto orgânico, tanques de resfriamento, entre outros.
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